
Pensei que a última postagem do ano deveria ser majestosa, causasse impressões nos leitores e que uma das primeiras coisas que eles deveriam fazer em 2009 seria fazer uma releitura deste poema.
Desisti.
Vou colocar um poema de impressões utópicas para a maioria, no qual somente os românticos leitores de poesia conseguem apreciar e sentir uma alimentação saudável dentro de si. Quero dizer que existe o leitor que sempre imprime racionalidade em sua leitura e o que lê com o coração. O segundo é aquele que consegue sentir o que um poema tenta passar, que chora quando o escritor "diz" chore. Não quero criticar o leitor racional, defendo que uma pessoa deve ter as duas formas em si. Eu, como estudante de ciências e que mantenho um blog de poesias, tenho que ter os dois olhares.
Cruzes! Acabei enveredando por caminhos psicológicos demais, servindo-me de uma "psicologia empírica" (sei que meu amigo Darlan vai ri quando lê essa parte).
Pois bem! Que 2009 seja melhor do que já foi 2008 para todos. Que as "canções continuem belas e falando de amor".
Sem mais.
Desisti.
Vou colocar um poema de impressões utópicas para a maioria, no qual somente os românticos leitores de poesia conseguem apreciar e sentir uma alimentação saudável dentro de si. Quero dizer que existe o leitor que sempre imprime racionalidade em sua leitura e o que lê com o coração. O segundo é aquele que consegue sentir o que um poema tenta passar, que chora quando o escritor "diz" chore. Não quero criticar o leitor racional, defendo que uma pessoa deve ter as duas formas em si. Eu, como estudante de ciências e que mantenho um blog de poesias, tenho que ter os dois olhares.
Cruzes! Acabei enveredando por caminhos psicológicos demais, servindo-me de uma "psicologia empírica" (sei que meu amigo Darlan vai ri quando lê essa parte).
Pois bem! Que 2009 seja melhor do que já foi 2008 para todos. Que as "canções continuem belas e falando de amor".
Sem mais.
Manhã
Um dia houve Sol e beleza,
acreditávamos demais numa luta,
sonhávamos com o mundo,
as pessoas não eram falsas
e seus sorrisos não nos faziam chorar.
Não havia o terminal lotado
nem imundície nas calçadas.
Não havia o maltrapilho,
ou gente que se mistura a esterco,
nem esse excesso de solidão.
Que rezemos pelo Sol da manhã:
já longo o lençol noturno
e fria a apatia de tua espera.
Rezemos, mesmo que não saibamos oração
ou a quem dedicar as nossas preces.
Esperemos o fim do olhar indiferente,
a recompensa das nossas oferendas,
que sorrisos sejam simplesmente sorrisos,
que toda canção seja longa
e fale sempre de amor.
_Fabrício de Queiroz Venâncio